domingo, 28 de dezembro de 2014

Novidades para 2015!

Fim de ano aqui no blog é sinal de novidades!
E gosto que seja assim!
Com a proximidade do aniversário dele, vem-me várias ideias para poder melhora-lo e cá estamos com ideias não pra ele de fato, mas para a minha interação com o mundo virtual em geral.

Criei um canal literário! Ele se chama "No Livro Eu Encontrei".
Sempre tive vontade de conversar sobre as leituras que estou fazendo. Pois então, 2015 será o ano dos diários! rs!

Eis o canal: https://www.youtube.com/user/nolivro

Estou ajustando tudo ainda, mas ele já possui dois vídeos para serem assistidos! Espero que gostem e me acompanhem nessa nova empreitada!

Nova empreitada, talvez seja assim que deva definir a decisão de registar um domínio para a criação de um site!
Pois é: www.ronnianderson.com agora existe! Ainda postarei coisas do dia a dia aqui, mas meus textos se concentrarão mais no site!

Quando o finalizarmos passo aqui novamente para contar mais!

Por enquanto, é isso!

Forte abraço!

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

A efemeridade das coisas alegres e tristes

Como a luz que se apaga, já não me lembro mais por que chorava.
Você se lembra?
O sofrimento passou. De alguma forma.
E se atenuou.

Como um sopro sobre a chama tremulante da felicidade,
A dor tão logo me sobreveio.
E me esqueci por que sorria.
Você consegue me explicar?
Me dizer o motivo pelo qual as nuances do destino e dos acontecimentos me afetam tanto?
Me atropelam tanto?

Assim como um doce que é oferecido a uma criança que chora dolorosamente e a faz parar ao perceber o agrado.
Assim a vida - se com intenção não sei, isso me é mistério - brinca com os seres humanos.
E o tempo. Esse os assola, mas também traz alívio.

Por que temos altos e baixos?
Lágrimas e gargalhadas.
À mercê dessa dupla que raramente dá o ar da graça pelo mesmo motivo.
Rio.
Choro.
Ambíguo, no rodopio de um dos passos firmes do tempo. O tempo de cada um.
Em alternância, na dança dos sentimentos que é a vida. A nossa vida.




domingo, 30 de novembro de 2014

Da vida, o chá verde

Todo o processo envolve a compra de um produto confiável. Camelia sinensis. É essa a planta de onde vem esse chá que possui tantos benefícios.
Compreende a separação dos utensílios que têm de ser usados:
Panela; colheres para o açúcar e as folhas do chá; caneca que lhe faz bem, para conter o líquido quente e envolvente; peneira para folha não beber.
Disso, segue-se o processo.
Aquecer a água, mas não fervê-la. Observar a formação de bolhas e o fogo desligar.
Sobre a cama de folhas moídas, no meu caso; e açúcar, porque a vida sem doce é sem graça, despeja-se o líquido quente que alimenta a vida. Despeja não dentro da caneca ou xícara que por fim será usada, mas sim em outro recipiente que não o final.
Observar a água assumir sua cor verde de mar.
Espera 5 min, para todos os nutrientes do chá colher.
Ouve uma música boa para paciência criar.
Sente o aroma meio metálico das folhas para o provocar.
Lança mão da peneira.
Pega a caneca que lhe apraz. Pode ser a com motivos de esperança.
Peneira o chá.
O líquido verde passa e, então, as folhas ficam. Do açúcar, agora, só o sabor que abate o gosto desafiador da Camelia.
Bebe, enquanto seu livro lê.
Repete o processo para e por toda a vida.

Dele:
A parcimônia e diligência do fazer.
A força para enfrentar o gosto, e a simplicidade de adicionar o doce que abate o amargo.
A vitória dos benefícios.
A calma do esperar.
A constância da repetição.
O prazer de apreciar o pequeno.
A felicidade singela do dia-a-dia e de um hábito.



quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Tropeços [Série: Tropeços e Atrevimentos]

Estou tropeçando em meus caminhos.
Caindo sobre minhas próprias emoções.
Mas continuo seguindo meus passos.

Reergo-me meio sem jeito. Meio sem direção.
Mas sigo.
Vacilante.
Tentando.
Querendo voltar...
Porém indo.
Buscando a estabilidade que a humanidade desde sempre quis ter.
Os pés firmes e certezas que eu sempre quis ter.

Estou tropeçando.
E das marcas e cicatrizes geradas não sei se me orgulho,
Embora elas me tragam a lembrança necessária para não cair mais do mesmo jeito.
Embora veja nelas a força para segurar mais forte e evitar outras feridas.
Muitos dizem que devo me orgulhar delas.
Orgulhar-me de algo que me traz a dor do que outrora vivi?

Orgulhar-me se:
Tropecei de arrogância.
Tropecei de orgulho.
Tropecei de ignorância e incompreensão.
Tropecei por não me deixar ser ajudado, por desconfiar da ajuda oferecida.
Tropecei por insistir em seguir sozinho, no caminho onde outros passaram primeiro, pelo medo da companhia.
Tropecei de solidão.

Todavia, sei que:
Todos nós estamos tropeçando.

Assim, em fluxo contínuo.
Em constante murro em ponta de faca.
Pontapé em pedra, que insensível nem observa o nosso já penoso caminhar.

Sim. Tropeçando.
Tentando acertar os passos descompassados de toda uma história de dor.
Tentando trilhar o sonho do caminho da felicidade.

Estamos tropeçando.
Mas caminhando.
Quando vamos estender as mãos e nos ajudar?
Sem receios, ou medo de cair?

domingo, 19 de outubro de 2014

Engasgo [Série: Tropeços e Atrevimentos]

Acho que engasguei de muita coisa.
Não desce mais.
Impossível querer engolir as mesmas coisas se o gosto mudou.
Até tentei. Mas engasguei. E feio.

Ainda estou tossindo com a sua maneira que tentei deglutir.
Ainda estou tossindo com o agrado que quis fazer, só pra me encaixar.
Ainda estou entalado com o seu desafeto sem sentido, que fingi que não vi.

Prefiro é seguir sereno, satisfazendo-me do que me apraz.
Dando atenção ao que de fato diferente e melhor me faz.
Chega de tentar mastigar o imastigável.
Na verdade, chegou a hora de me desfazer do intragável.
Do que por tempos me sufocou.

sábado, 11 de outubro de 2014

Foi em julho...

Pois é, foi em julho que parei de publicar.
O último texto ainda me desafia.
Foi em julho que quebrei a promessa de "publicar uma vez por mês".
Quebrei e nem percebi.
Foi, foi indo, passou agosto, passou setembro, chegou outubro. Mudei.
Ou melhor, voltei.
E volto a publicar aqui.
Mas não um texto meu.
Mas não um texto que escrevi.
Mas sim um texto que um amigo escreveu sobre mim.
Falta modéstia?
Não sei.
Apenas sei que foram palavras tão delicadas e tão profundas, que publico aqui o link para quem quiser ler e partilhar desse sentimento tão lindo chamado amizade.
Obrigado, meu grande amigo, mais uma vez.

http://epmaia.blogspot.com.br/2014/06/meu-amigo-ronni.html


Trilha sonora desse retorno:


domingo, 20 de julho de 2014

Desafio

Se um novo ritmo eu quiser criar
Não me julgue pelo meu jeito de dançar
Mas se uma música eu compor
Não me venha ensinar em que ordem o meu verso devo pôr
Se um conto eu imaginar pelo prazer de me entreter
Quem há que pode me dizer como devo escrever?
Ou uma poesia?
Não que seja simples, mas é apenas para lidar com minha própria agonia.
Livre é a criatividade.
Para muitos é apenas uma questão de exercer essa atividade.
Se é rima pobre ou rica, não ligo muito.
E nem você deveria ligar para o meu jeito de me inventar.
Tem dia que acordo com o desejo de desafiar.
E, bem, hoje eu acordei assim,
Com vontade de rimar.

domingo, 13 de julho de 2014

Goodness and Kindness

I do believe in goodness and kindness.
Yes, the news tries to tell me the contrary, but I prefer to believe in the power of goodness and kindness.
If together we decide to be good and kind, we can change the world.
I do believe we have this power. I do believe.
And when we reach people with love instead of more hatred, we definitely change those lives.
Love, when nothing more was expected, changes lives.

I want to change lives.

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Se me permite dizer, meu amigo

Um bom amigo meu me orientou a não publicar textos sem antes amadurecê-los.
Sempre prudente e sensato esse meu amigo. No ímpeto, muita coisa que não deveríamos falar, acabamos falando. Palavras das quais podemos nos arrepender.
É bom nos refrear no calor das emoções.
Mas como se conter quando a palavra escorre pelos dedos e pede para ser divulgada?
Como quando o grito de outras pessoas em igual situação chega até mim e o socorro que posso oferecer é meu compartilhar?
Há momentos em que o agir, e aqui cabe o escrever, é urgente. Necessário.
Relevante e imperativo.
Meu amigo, sigo seus conselhos com vários textos. Mas em muitos deles o clamor se calou e quando volto a eles, a voz já se foi, deixando apenas uma vaga lembrança do que se queria dizer.
Não que não tinha de ser assim. E não que não vá surgir outra oportunidade da palavra ser mostrada. O amadurecer em muitos aspectos é de muito valor. Mas quando não sabemos lidar com ele. O texto passa do ponto. E a mão se perde.
Não busco o título de melhor escritor do mundo.
E nem de grande sábio.
Apenas de mais um entre muitos que tem boas intenções.
Não me leve a mal hoje, meu amigo, posto esse texto com algumas poucas lidas após sua composição.
Não que não leve seu conselho em consideração, mas apenas para mostrar meu ponto.
O ponto de que há palavras que saltam, ganham vida e pedem para assim serem expressas.
Suas falas estão em minha memória há muito tempo. Acredite, tento siga-las. Portanto, se lhe servir de alívio, em muito as refleti. Todavia, hoje as deposito em papel, para transmitir seus conselhos, valorizar suas palavras, e a outros deixa-las aconselhar.
Porém, meu amigo, se um conselho meu você também quiser, digo-lhe que a palavra às vezes também pede por menos reflexão e mais ação.
Perdoa-me, porque resolvi escrever por escrever. Porque as palavras me saltaram e pouco reli esse texto antes de divulgar.

Hoje, deixei-me guiar pelo que as palavras quiseram me mostrar.

sábado, 17 de maio de 2014

Resolvi escrever meus sonhos à lápis

“All men dream: but not equally. Those who dream in the dark recesses of the night awake in the day to find all was vanity. But the dreamers of day are dangerous men, for they may act their dreams with open eyes, and make it possible.” (T. E. Lawrence)
...
"Todo homem sonha: mas não igualmente. Aqueles que sonham no recesso escuro da noite acordam de dia para descobrir que tudo era vaidade. Mas os sonhadores do dia são homens perigosos, porque eles vivem seus sonhos de olhos abertos, e os fazem possíveis". (T. E. Lawrence)

Bom, resolvi sonhar de olhos bem abertos.
Sonhando, arriscando-me.
E nessas minhas empreitadas resolvi encarar mais uma seleção de nível internacional. Sabia que talvez não fosse possível, mas sonhei e fui selecionado.
Amigos, ainda antes de voltar para o Brasil, vou morar na Alemanha por 6 semanas para fazer parte de um escola de verão com tudo pago em Epigenética e dano de DNA. Nessa escola vou poder desenvolver um projeto independente e participar de encontros científicos com figuras internacionais. Soube que 17 estudantes de graduação e mestrado apenas ao redor do mundo foram selecionados numa competição que foi acirrada. É um honra ser brasileiro nesse momento e poder fazer parte desse evento como tal.
Os desafios para fazer parte desse curso são grandes.
Primeiro, a burocracia. CNPq, por favor, aprove a minha ida! rs!
Segundo, a mudança. Serão duas: Reino Unido - Alemanha, Alemanha - Brasil. Containers serão necessários? Dicas? rs!
Terceiro, a língua, o local. Vai ser tudo em inglês no curso, claro, mas todo o resto do ambiente será em alemão. Vejo mais uma oportunidade aí!
Quarto, volta às aulas no Brasil. Vou perder algumas aulas.
Quinto e mais pesado, a distância. Saudade, muita saudade de todos da minha terra amada, Brasil.

Poderia continuar enumerando. Mas é necessário parar, porque os desafios são para serem encarados. Os benefícios que esse curso vai trazer para o que quero do meu futuro são grandes. E é nisso que tenho de mirar quando os gigantes quiserem me assolar.
Encaro os gigantes confiante do que tenho dentro de mim e de todo suporte que minha família e amigos me oferecem. Obrigado, mãe, pai, Rodo e Pupu por sonharem junto comigo. Sigo, porque sei que tenho vocês bem junto de mim onde estiver.

Hoje eu resolvi escrever meus sonhos à lápis. Por quê?
Simplesmente, porque lápis sempre me foi mais confortável para escrever.
No entanto, mais importante, porque mesmo que alguém os venha a apagar de uma folha de papel, eles ainda estarão bem intensos em meu coração.




sexta-feira, 25 de abril de 2014

O vasto mundo e o eu pequeno

*Esse texto é dedicado às amizades que fazem esse mundo valer a pena. Dedicado a minha pequena Mimi. Dedicado a minha valente Iza. Que fizeram de uma viagem de dez dias algo inesquecível. Quando eu vi o mundo se revelar perante mim. Obrigado.
**Feliz Anversário, Mimi. 

"I'm getting old and I need something to rely on
So tell me when you're gonna let me in
I'm getting tired and I need somewhere to begin"
(Somewhere only we know - Keane)

A amplitude do mundo vista no lago Genebra em Montreux - Suíça - Photo: Ronni

Acho que encolhi.
A vastidão do mundo me fez pequeno.
As cores, os aromas, as texturas se revelaram e me modificaram.
Juntos me fizeram perceber o quanto cada canto do mundo é especial.
Os jeitos, trejeitos, as modas, as pessoas, tudo compondo a diversidade dessa linda paisagem que é a humanidade.

Não encolhi, me perdi.
A vastidão do mundo me invadiu.
Tudo me rodeou e me fez pequeno e perdido perante a amplitude do mundo.

Não me perdi, na verdade, acho que expandi minha visão.
O amplo, igualmente, abriu-me, rompeu-me e alargou em mim caminhos que antes me eram escondidos e pouco percorridos.

Me dê a mão, vamos conversar sobre o que é bom.
Me dê a mão, vamos conversar sobre o que eu vi.
Sim, sou pequeno, confuso, mas em constante mudança para abrigar em mim o que no mundo há de melhor.
Vem comigo.
Um bom chá de frutas vermelhas ali do norte e minhas histórias para lhe contar, tenho a oferecer.
Assim, não me maravilho sozinho...
Assim, sorrimos juntos.
Assim, tenho com quem partilhar o que vi e vivi e tanto me modificou.



Somewhere only we know - sung by Lily Allen

terça-feira, 25 de março de 2014

A Transitoriedade da Vida

A transitoriedade da vida me arrebata. Por vezes, me sufoca.
Se mostra severa e impiedosa.
Me faz lembrar do quão rápida vai a nossa carruagem.
Do quanto o sopro de vida hoje está e amanhã já se foi.
Perdemos muito, muito tempo com coisas banais e de pouca importância, que nem deveriam ocupar a nossa mente.
Hoje, se for me procurar, encontre-me ao lado do que amo.

sábado, 22 de março de 2014

Ninguém que se gosta deveria ficar longe / Nobody who likes should be apart

Escrevo esse texto da minha mesa de estudos. A quilômetros de distância do lugar que tenho como lar. Meu doce lar. Lar dos meus queridos. Lar de todos os meus amados.
A luz tênue do meu abajur me lembra que já é tarde e deveria estar dormindo.
Mas é que, às vezes, a saudade me arrebata e preciso coloca-la em palavras para tentar aliviá-la ou, pelo menos, tentar aquecê-la de boas lembranças.
As lágrimas correm a fim de regar a alma e deixa-la mais clara e descoberta. Correm para lavá-la e, mesmo, expressá-la.
Os pensamentos vão longe e se fazem presentes com todos os que amo.
“Ninguém que se gosta deveria ficar longe”, certa vez, uma senhora assim o disse num momento de despedida.
Na época, as palavras não me fizeram sentido. Eu era novo, estava de mudança e apenas o que me restou daquela cena, impressionantemente, foram essas palavras. Palavras essas que um dia me fariam total sentido.
Sim, ninguém que se ama, minha boa senhora, deveria ficar longe.

...

I write this text at my desk far from the place I call home.
My home sweet home. The place of my dear ones. The place of all my beloveds.
The dim light reminds me it is late and I have got to go to sleep.
However, sometimes, this deep feeling of missing my people, the portuguese word saudade, snatches me. Sorrounds me. And then I need to write down it in order to receive some relief or at least warm it with good memories.
The tears sprinkle my soul and clean it. The tears help me to express it.
My thoughts fly away to meet them, that I love.
"Nobody who likes should be apart from the loved person", an old lady said once in a farewell moment.
At that time, this phrase made no sense. I was really young, changing houses, but only these words sticked in my head.
Words that make total sense now.
Yes, nobody who loves, my old lady, should be apart.

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Textos em outros lugares! / Find my texts in other sites!

Fui convidado a ser colaborador do blog "Infinito de Nós".
Minha primeira participação por lá essa aqui: http://infinitodenos.blogspot.co.uk/2014/02/sobre-sair-emocionalmente-de-casa-e-voar.html 
Onde eu conto um pouco sobre o processo de mudar para outro país!

Fui também convidado para escrever um texto sobre a minha experiência morando em Londres para o blog Jovem da Ultimato.
Eis o texto: http://ultimato.com.br/sites/jovem/2014/02/14/um-certo-jovem-na-chuvosa-londres/

Espero que gostem!

...

I was invited to be part of the team of the blog "Infinito de Nós".
My first appearance there is this one: http://infinitodenos.blogspot.co.uk/2014/02/sobre-sair-emocionalmente-de-casa-e-voar.html 
Where I tell you a little about the process of moving to another country! I have done this twice!

I was also invited to write my experience story of living in London for the Youth blog section of the magazine Ultimato.
Here's the text: http://ultimato.com.br/sites/jovem/2014/02/14/um-certo-jovem-na-chuvosa-londres/ 

Hope you enjoy!

PS.: They are in Portuguese. Hey, Google Translator has been doing a good work translating things! Try it! ;)


segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Liberdade / Freedom

Hoje, acordei com essa palavra em mente. / Today I woke up with this word in mind.
E me questionando sobre ela. / Pondering about it.
Somos de fato livres? / Are we really free?
O que é ser livre? / What is to be free?
O que prende você? / What does hold you back?
Algumas possibilidades: / Some possibilities:
A dor? / The pain?
O ódio? (Falta de perdão?) / The hatred?
As amizades? (Seriam amizades mesmo?) / Friendships? (Are they really friends??
Seu egoísmo? / Your selfishness?   
Seus afazeres? / Your daily tasks?
Suas opiniões? (Elas não o permitem aceitar o outro e ser tolerante?) / Your opinions? (Are they prohibiting you of accepting your neighbour and being tolerant?)
As opiniões dos outros? (Others’ opinions?)
São tantas as correntes que querem nos envolver, que é preciso uma luta diária para ser livre e se sentir assim. / There are so many chains trying to attach us that we need to daily fight against them.
Subo o nível das perguntas, questionando: / I increase the depth of my questions, asking:
Se sim, como usamos essa liberdade? / If yes, how do we use our liberty?
Pessoalmente, não acho que uma liberdade que fere seja de fato uma liberdade saudável. Podemos tudo? / Personally, I do not think that a free person who hurts other in the name of freedom is in fact healthy free. We can everything?
O que você acha? / What do you think?
Sim, ainda me fazendo essas perguntas. / Yeah, I am still wondering about these issues.

Hoje, acordei assim, questionando o mundo e minhas próprias mazelas. / Today, I woke like this, questioning the world and my own yokes.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

New Home

'Cause they say home is where your heart is set in stone
It's where you go when you're alone
It's where you go to rest your bones
It's not just where you lay your head
It's not just where you make your bed
As long as we're together, does it matter where we go?
(Home - Gabrielle Aplin)

Gabrielle is right when she sings those verses. 
And what exactly I have been feeling is that I am trying to make the world my home, sweet home. I do not just want to have a place to lay my head, I want to feel part of it. Be filled with the hope of a better world where everybody just fit in. A place called home where dreams come true and people live well satisfied. 

Utopia. I can hear you yelling at me.
Utopia. People urge me.
Live your dreams. I answer.
Go live an amazing life that changes other lives. I reply.

That's it. This is my new beginning with this new layout. Another try. 
A new virtual space to also call home. A place where I rest my thoughts.
Where I hope you can find shelter for yours as well.
Let's share our learnings?
Let's keep walking together?
I see you around. 

... 

Porque eles dizem que lar é onde seu coração está firmado na rocha.
Onde você vai quando se sente só.
Onde você vai para descansar seus ossos.
Não é apenas onde você descansa a sua cabeça.
Não é apenas onde você faz a sua cama.
Desde que estejamos juntos, importa para onde vamos?
(Home- Gabrielle Aplin)


Gabrielle está certa quando canta esses versos. 
E o que exatamente eu tenho sentido é que eu estou tentando fazer do mundo a minha casa, meu doce lar. Eu não quero apenas ter um lugar para colocar minha cabeça, eu quero me sentir parte dele. Ser preenchido com a esperança de um mundo melhor, onde todos apenas se encaixam. Um lugar chamado casa onde os sonhos se tornam realidade e as pessoas vivem satisfeitas. 

Utopia. Eu posso ouvir você gritando comigo. 
Utopia. Pessoas exortam-me. 
Viva seus sonhos. Eu respondo. 
Vá viver uma vida fascinante que muda outras vidas. Eu retorno. 

É isso. Este é o meu novo começo com um novo layout. Outra tentativa. 
Um novo espaço virtual para também chamar de lar. Um lugar onde eu descanso meus pensamentos. 
Onde eu espero que você possa encontrar um abrigo para os seus também. 
Vamos compartilhar nossos aprendizados? 
Vamos continuar caminhando juntos? 
Vejo você, então!

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/New layout made by Thiago Muniz, my friend for every time of changes in my life! Thank you, my friend, my brother. I am glad we stayed in the same room when the real wish was to move forward. 

//Novo layout feito por Thiago Muniz, meu amigo presente em cada mudança na minha vida. Obrigado, meu amigo, meu irmão. Fico feliz que permanecemos na mesma sala quando o real desejo era seguir em frente.

Home - Gabrielle Aplin
  

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Uma nota rápida sobre adaptação // A quick note about adaptation

Em uma terra que não é a sua, você se sente deslocado, desgastado e, por vezes, revoltado. Sim, esses foram sentimentos recorrentes em mim nas terras estrangeiras onde vivo atualmente.
Adaptar-se é a palavra de ordem. E é algo urgente, quando se vai passar muito tempo nessa nova terra. Posso dizer que demorei três meses para me adaptar em terras britânicas. A comida não me agradava, o jeito das pessoas, os itens vendidos no supermercado... a lista era grande! Só falava bem do transporte público! (risos)
Mas depois desse período, parece que a satisfação chegou. E, praticamente, quase (um grande quase) tudo passou a me agradar. O chá tradicional, a caminhada das pessoas pelo rio...
Mas por quê? O que mudou? Porque encontrei o meu jeito e aceitei o que é típico, o que é o diferente.
Passamos a viver bem quando aceitamos a situação e alteramos o que podemos mudar. Posso dizer que mudei a mim mesmo muito mais do que ao ambiente externo. E nisso está a beleza do novo. Nisso está a beleza do inusitado.
Abri a minha mente para o diferente e isso me fez muito bem.
Dessa forma, antes de viajar, antes mesmo de pensar em fazer as suas malas, lembre-se de abrir a sua mente.

... 

In a new place that it is not yours, you feel disjointed, outworn, and, sometimes, revolted. Yes, these were some of the feelings that I had in this new country that I am living now.
Adapt yourself is imperative.
And it is urgent when you are going to live for a long time at this new place. I can say that I took three months to fit in British lands. The food used to taste bad, the way people were used to annoy me, even the stuff sold in the supermarkets used to be of a weird organisation… The list was enormous! I only used to say good things about the public transport: awesome.
However, after this time, the satisfaction seemed to have arrived. And, basically, I am now fond of almost (a big almost, actually) everything here. The tea, the walking at the riverside, and so on…
But why is it? What have changed? I found my way here and accepted what is natural from here, accepted the different and quirky.
We live well when we accept the situation and when we help people to transform what we see that can improved. I can say that I have changed much more myself than others or things around me. And there is beauty when that happens. There is beauty in the new.
I opened my mind for the different and that made me feel really good.
Thus, before going to travel, before packing everything, remember to open your mind.