quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Feliz Aniversário!

Hoje o blog completa 1 ano!
Esse é seu 25º post e já conta com mais de 12300 visitas!
Nunca imaginei que ele completaria 1 ano e, muito menos, que chegaria a 12300 acessos.
Desde o 30 de dezembro de 2008 até o de 2009, seus objetivos mudaram assim como também o seu criador! E ele passou a expressar melhor o dia-a-dia de seu dono, deixando de lado algumas de suas propostas iniciais e adotando uma linha mais pessoal do que a que o primeiro post sugeria.
O fato é que ele permanece, mas não pode prosseguir sem antes agradecer a todos os que já passaram por ele e ainda passarão! Agradecer ao Thiago Muniz que fez o belo banner com livros, ali em cima, que superou todas as minhas expectativas e expressou exatamente o que eu quero passar para os leitores que chegam aqui. E também a todos os que serviram de inspiração para que os textos brotassem, sejam servindo como referência ou ajudando na 'confecção' deles!
Não pode seguir igualmente sem desejar a todos um Feliz Ano Novo, cheio de realizações e alegrias!
E avisar que no ano de 2010 tem mais!
Sem esquecer de entregar toda a glória ao Único Digno: Jesus! A maior de todas as minhas inspirações.
Com amor,
O dono,
Ronni Anderson G da Silva





sábado, 26 de dezembro de 2009

Roda da Mudança

"Se não gosta de alguma coisa, mude-a.
Se não puder mudá-la, mude de atitude. Não reclame".
(Maya Angelou)

Gira, gira, roda da mudança...
Ano vem, ano vai...
São feitas e refeitas, promessas de esperança
Para mudar (ou tentar mudar) o que ainda não fui capaz

Gira, gira, sem retornar...
Para um novo ano (re)começar...
O ano que vivi quero levar
Como uma experiência boa que tem muito a me ensinar!

Gira a roda, roda gira...
Porque o mundo não pode parar.
E eu vou nesse embalo,
Porque para traz não quero (e nem se quisesse) ficar.

O ciclo se encerra para de novo se iniciar.
Com entusiasmo encaro esse desafio,
Com prudência nele quero entrar,
Para vitorioso ao fim de novo chegar!

Gira, gira...
Roda gira...
O ciclo se encerra...
Para de novo recomeçar!
A mudança vem,
Mesmo que pareça não chegar!
...




quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Feliz Natal!

"Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz. Do aumento deste principado e da paz não haverá fim, sobre o trono de Davi e no seu reino, para o firmar e o fortificar com juízo e com justiça, desde agora e para sempre; o zelo do SENHOR dos Exércitos fará isto".

(Isaías 9. 6 e 7)

Chegou o Natal!

O tempo passou depressa esse ano! Já li e ouvi de alguns o quão depressa o Natal chegou e tenho de admitir que sorrateira e inesperadamente me vejo desejando “Boas Festas” e “Feliz Natal” para muitos...

Recebo com alegria esse período, porque, para mim em particular, — e você vai me permitir relembrar algumas coisas — esse, definitivamente, foi um ano para ser celebrado e relembrado com muita alegria!

Comecei um curso superior, mudei de cidade, aprendi a me virar...

Mas de tudo o que mais me alegro é de ter conhecido pessoas tão maravilhosas e ter continuado mantendo contato com pessoas igualmente especiais, que deixei em minha cidade Natal!

Portanto, aproveito a época também para louvar a Deus pela dádiva da amizade.

Criei e fortaleci muitas amizades esse ano! E isso é muito bom!

Nos momentos de angústia, foram eles quem me fortaleceram... Estavam lá!

Meu obrigado!

Mas, sabe, amigo-mais-chegado-mesmo foi Jesus. E já que estamos na época que muitos povos celebram Seu nascimento, aproveito para exaltá-lO!

Ele veio para nos salvar e o motivo de tanta celebração é justamente isso, ou deveria ser!

Então, caro-leitor-amigo, desejo a você um Ótimo Natal cheio da lembrança dEle, que parecido conosco se fez para que um dia fôssemos como Ele!

Feliz Natal e Boas Festas,

Do amigo,

Ronni Anderson





segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Gratidão

"A gratidão libera a plenitude da vida. Ela torna suficiente o que temos e muito mais. Transforma negação em aceitação, caos em ordem, confusão em clareza. Pode transformar uma refeição em banquete, uma casa num lar, um estranho num amigo".
(Melody Beattie)

"Só podemos dizer que estamos vivos nos momentos em que nosso coração tem consciência de nossos tesouros".
(Thomas Wilder)

...

(...)Cícero observou sabiamente: “A gratidão não é apenas a maior das virtudes, mas a mãe de todas elas”. Quando somos gratos, ficamos contentes e cheios de paz que apenas Deus pode prover. Concentrar-se no agradecimento por tudo o que se tem impede a amargura e ganância.

(Extraído de “Um Mês para Viver, trinta dias para uma vida sem arrependimentos”,editora Mundo Cristão)





.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

The wanter*

I wanna draw, because I already know how to drive.
I wanna write a lot with or without inspiration.
Write, write and write.

I wanna learn French, 'cause one day I wanted to speak in English.
I wanna organize all of my life and follow my schedule.
Producing more and doing more not for me but also for people around me.

I wanna play the guitar, because I can already sing.
I wanna read and read. Just for fun.

I wanna go to the gym, because I have tried to walk already.
I wanna learn and have so much knowledge.

Yeah, I want, I want.
But what I really need is Christ.

He is my daily inspiration.
He can put my life in order and direct my ways.
He knows everything.
And I can get everything through and in Him.
I can sit at his feet and listen to Him. He can teach me what actually is important.

About drawing, learning French, playing the guitar and going to the gym,
I only do them and feel they are second compared to Him.

With Him I can do anything. He can teach me everything! (I repeat!)
I wanna draw what He tells me to draw.
I wanna speak only what makes Him smile.
I wanna play His melodies and compose songs about what I’ve been through with Him.
To hear and sing the sound of Heaven.
I wanna go to the gym with him, by the way!

With Him I wanna do everything. Because without Him I cannot survive.
My desire is to be centred in Jesus and in what He has for my life;
all of my wills and desires from Him.


*Footnote:
.This is my first poem in English, so, please, forgive my childlike words and be sure that they came from my heart.
.I'd like to thank Caroline for correct and for encourage me to keep on doing what God has planned for me.
.And, Luh (member of Brooke Fraser comunity in orkut), thank you for show me this poem with different eyes! You really made it better!


terça-feira, 13 de outubro de 2009

Sobre flores... Sobre (minha) inspiração!

"Eu posso fixar flores artificiais nesta árvore que não florescerão, ou posso criar as condições para que a árvore floresça naturalmente. Talvez, eu tenha de esperar um longo tempo para ter as minhas flores reais, mas elas serão as únicas verdadeiras".
(John Fowles em "The Aristos")

sábado, 29 de agosto de 2009

Lembranças: Mãe e Cotonetes!

Lembro-me como se tivesse sido hoje... Opa! Mas isso aconteceu hoje mesmo! Dia vinte e sete de agosto de dois mil e nove, para ser mais exato!
Comprei, pela primeira vez, cotonetes!
Vieram 75 deles numa caixinha azul bem delineada e, eu diria, bem arquitetada. Nela estavam os dizeres: "Mais macias, 100% algodão".
Logo que a vi, pensei: "Esses cotonetes devem ser bons!"
Procurei, mas não encontrei o preço da caixinha que, após alguns segundos, já estava nas minhas mãos.
Estava tão precisado de cotonetes! Procurar por eles antes de sair e não ter nenhum, é desesperador! Mas não pensem que sofro de falta de higiene, porque eu lavo as orelhas na hora do banho! (E só fiquei 2 dias sem eles!)
Agora, reporto-me há alguns meses atrás. Estava para mudar de cidade, no que eu penso, para começar uma nova etapa da minha vida: A VIDA UNVERSITÁRIA!
Tudo organizado! Muito choro! Despedidas!
Chegada!
Arrumação!
Caixas de papelão!
Caixas com produtos de higiene pessoal: sabonete, escova e pasta de dente, shampoo e, eles, os cotonetes!
Alguém sabiamente os colocou naquela caixa!
É certo que foi minha mãe!
Aqui, agradeço a ela por ter sido tão atenciosa e zelosa.
No entanto, mãe, nesses 2 ou 3 dias que eu fiquei sem cotonete, foi porque você não está tão pertinho quanto antes.
Mas, mãe, eu cresci. E uma das minhas muitas novas atribuições é ter de comprar cotonetes!
Não esqueci de suas lições, mamãe, e fiz uma boa compra!
Para minha surpresa a caixinha custou apenas R$ 1,00 e toda a minha satisfação de saber e reconhecer o quanto você fez e tem feito por mim.
Mãe, agora, quero retribuir!
Obrigado!


-Uma homenagem a minha mãe Sandra, que no dia 25 de agosto completou mais um ano de vida!
A melhor mãe que poderia querer! Linda, atenciosa, dedicada!
Mãe, parabéns! Sou muito grato a Deus por ser seu filho.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Lembranças: Sobre três filmes, a indiferença e um passeio

__ Bom dia! – disse Bilbo, sinceramente. O sol brilhava, e a grama estava muito verde. Mas Gandalf lançou-lhe um olhar por baixo de suas longas e espessas sobrancelhas, que se projetavam da sombra da aba do chapéu.
__ O que você quer dizer com isso? – perguntou ele. – Está me desejando um bom dia, ou quer dizer que o dia está bom, não importa que eu queira ou não, ou quer dizer que você se sente bem neste dia, ou que este é um dia para se estar bem?
__ Tudo isso de uma vez – disse Bilbo. (...)
.
Trecho do livro “O Hobbit” de J. R. R. Tolkien, publicado no Brasil pela editora Martins Fontes (http://www.martinsfontes.com.br/)
...

Acordei disposto hoje. Mamãe saiu logo cedo, deixando-me sozinho em meus sonhos. Levantei tarde. Descobri que estava com fome e vontade de ver TV, mais especificamente, desenho. ‘Ah, as férias acabando e nem parei para assistir desenho. Que ultraje!’ – pensei.
Lembrei-me, então, que não tinha assistido aos filmes a que tinha me proposto no começo das férias. Planos! Fazemos tantos, mas, por vezes, não os executamos.
Mas esse eu tinha de executar. Oras! Tomei meu café da manhã. Comi pouco, três bolachas salgadas com manteiga e uma xícara de café, pois já estava quase na hora do almoço.
Mãe voltou.
Almoçando, conversamos sobre minha vontade de ver alguns filmes hoje. Resolvi esperar minha irmã voltar do trabalho para irmos juntos alugar os três filmes que eu tanto queria assistir. Ela chegou, mas apenas ligou para a locadora com o intuito de verificar e reservar os filmes para eu ir buscar.
Arrumei-me e fui.
Sem problemas. Cheguei à locadora e peguei os três filmes, satisfeito com meu nada grandioso ato. Caminhando e saindo do local da locadora – um supermercado de proporções consideráveis –, avistei um caminhão. Ah, reconheceria aquele caminhão de longe. Ele é de um velho amigo.
Pensei em retornar ao supermercado para procurá-lo. Ele só podia estar lá dentro, já que o veículo estava do lado de fora do local. Prossegui, ignorando meu impulso. Mas eu queria tanto vê-lo! Fiquei com aquilo na cabeça os poucos passos seguintes que dei. Andava, agora, obstinado. Tinha de atravessar a rua. Toda a atenção. Ouvia mp4. Quando estava para realizar a ação. Ouço assovios.
Para minha surpresa era meu velho e saudoso amigo. Amigo de grandes aventuras. O dono do caminhão. Estava sentado em um beiral e balançava as pernas, como um menino. Conversamos, matamos a saudade... Porém, não sei ao certo por que, eu fiquei inquieto, com vontade de ir embora. Não sei. Lembranças antigas, eu acho. Não tão boas e que não deviam estar na minha mente naquele momento prazeroso. Um pé atrás, foi isso que aconteceu. Que coisa! Não podia. Quanta indiferença, é essa a palavra. Devia ter me sentado ao lado dele e ter papeado muito. Saber dele e ele saber mais de mim.
Despedi-me. Corri para o ponto. Recoloquei os fones de ouvido. Veio o ônibus e vi que era um, cujo trajeto seria bem maior do que o necessário para eu voltar para casa. Deleite-me com a idéia! Passear. Rever paisagens que de outra forma não veria antes de voltar das férias.
Peguei o ônibus. Fone nos ouvidos, livro em mãos. Gosto de ler enquanto ando de ônibus. Isso não me atrapalhou a levantar os olhos e observar as tão saudosas paisagens dos tempos que ainda sonhava em conquistar outros horizontes, além daqueles.
De repente, vi pedras, em uma determinada parte do trajeto. Elas fazem parte do rio de minha cidade tão querida, constatei. Mas como não observei o rio antes? Ele estava lá, já no ponto de ônibus. A indiferença gritou de novo. Como não contemplei o rio que corta a cidade, já no ponto de ônibus, onde não veria apenas pedras, mas também suas turvas águas.
Choque!
A viagem prosseguiu. Com a diferença de que redobrei minha atenção aos detalhes. Chega de insensibilidade por hoje, meu inconsciente deve ter me alertado.
Passei por um bairro que tem ruas espaçosas. Lembrei-me de meus tempos de infância. Era tão bom correr pelas ruas de meu bairro. Saudade.
Já em casa, assisti a um dos filmes, sozinho. Minha irmã estava dormindo. Foi bom.
Saldo do dia, se é que posso estimá-lo, positivo. Quero perceber mais as coisas que estão a minha volta.

O Poder das Palavras...


Falas do filme "Coração de Tinta":

Meggie: _ Eu escrevo sobre ela, às vezes.
Mortimer: _ Escreve?
Meggie: _ Eu faço histórias sobre...
Mortimer: _Você faz histórias? Meggie, você sabe que não quero você fazendo isso.
Meggie: _ Mas eu tenho. Eu sinto que as palavras a trazem de volta para mim.
Mortimer: _ Sim. A palavra escrita. É uma coisa poderosa.

domingo, 26 de julho de 2009

Ensaio sobre um Vôo - CF 2009

Voar é muito bom, principalmente, quando se está acompanhado. Hoje percebo isso.
Em uma semana, do dia 18 a 25 de julho de 2009, para ser mais exato, passei por vários e diferentes lugares. No início, pensei que seria uma viagem bem desconfortável, por terras gélidas, áridas e esquecidas do meu coração. Pensei que faria essa viagem sozinho e ninguém estaria ali para me ajudar e oferecer uma mão amiga.

Quando cheguei ao ponto a partir do qual gostaria de iniciar minha viagem, logo percebi que as coisas não seriam como eu havia imaginado. Seria uma jornada diferente.
Encontrei companhia. Para minha surpresa, mais ou menos, outros 90 aprendizes de voadores. De início, senti-me desconfortável, acho que me acostumei com a idéia de ir sozinho, mas logo percebi que se não interagisse não conseguiria prosseguir.
Resolvi parar de ignorar as outras presenças. Misturei-me. Percebi que alguns eram mais simpáticos e acessíveis, enquanto outros eram mais como eu, bem sisudos e igualmente surpresos com aquela situação.
No primeiro dia, romper com minha casca não foi fácil. Não tinha asas ainda, teria de caminhar e me desgastar, a pé mesmo. Passei por lugares insalubres, pude sentir o respirar e o tremer dos que estavam junto comigo, nesses primeiros passos. Num dado momento, todos demos as mãos. Se não me engano, eu chorei com isso. As mãos amigas haviam chegado...
Daí em adiante não largamos mais nossas mãos. Caminhamos juntos em direção ao que chamaram de monte, para ouvirmos um belo sermão, ministrado pelo próprio dono do Universo. Foi quando a verdadeira viagem começou!
Passamos, dessa maneira, pelos terrenos egoístas e secos do orgulho, que insistem em nos fazer dar valor ao que não é importante e chegamos ao belo terreno da humildade, que deve ser uma prática constante. Passamos pelas torrentes revoltas das águas da injustiça – quase nos afogamos em nossa ignonímia – para desenvolvermos um caráter aos moldes do Criador, que é justo. O que nos levou às águas cristalinas e calmas da justiça que nos salvaram de nossa fraqueza. Ao bebermos dela, não nos contentamos mais com o que não é o certo. Passamos a responder Sim, sim ou não, não. Sem titubear ou dar chance ao que não é bom.
Não sei ao certo quando comecei a voar, mas isso aconteceu. E, ao contrário do que esperava, não estava voando com minhas próprias asas, mas sim com as asas do Espírito. Assim como eu, todos os outros, ainda de mãos dadas, estavam voando, não houve quem tenha ficado para trás. Passamos, então, das terras da independência e vingança para a da dependência e perdão, belas por sinal, nelas não há inverno! É sempre primavera, existem flores de todas as cores. Há esperança nelas...
Um momento de tensão foi quando chegamos aos terrenos das decisões. Ainda voando, tivemos um panorama do que nos aguardava. Poderíamos acolher as palavras de mudança que o Instrutor estava nos dando ou ignorá-las, escolhendo o caminho mais fácil.
Aterrissamos. Havia duas portas. Uma bem pequena, que só dava para passar um por vez, esse era o caminho difícil. Teríamos que separar nossas mãos. Outra larga, bonita. O mestre nos disse que a maior parece ser a melhor opção, mas é só engano; é a pequena que leva à Salvação.
Um por um, vi-os passar pela porta estreita. Ao passar por ela descobri que o passar era complicado, mas o caminho após ela, também o é, porém leva a paisagens maravilhosas de dependência. Questionei-me se não iríamos voar mais, não obtive respostas. O fato é que a experiência foi muito boa.
Alguém me disse que isso é só começo do resto da minha vida. Outro também me falou que o Pai tem muito mais aventuras. Aguardo-as ansioso! Voar foi ótimo! Mas o melhor mesmo foi quando realizei que estava sem chão e cansado, e o Pai, meu Aba Pai, colocou-me em seu colo. Ali, meus medos se foram. Certezas de provisão chegaram.
Não sei como foi com os outros, mas tenho convicção de que cada um caminha na mesma estrada que eu, a qual leva ao Alvo Maior.
A viagem continua. Empolgante. A etapa que vivemos dela fez-nos perceber o valor do próximo, da dependência, do perdão e da humildade. Todavia, é certo que ainda temos muito a viajar com nosso maior Guia. Ele tem muito a nos ensinar.

Eu O amo. Ele me ama. Eu canto para Ele, Ele canta para mim...
Deleito-me em Seu colo. Descanso e espero pelo que os olhos não viram e nem os ouvidos ouviram!
Vivo as grandes aventuras!
Junto do meu grande Amado, O Esperado de nossas almas!



- O CF é um curso de férias ministrado pela ABU (Aliança Bíblica Universitária) aos seus ativistas. Ele ocorreu durante os dias 18 a 25 de julho de 2009, na cidade de Viçosa - MG, para os integrantes da região Centro-Oeste, visando à capacitação de novos líderes. O texto faz menção a esse curso. Maiores informações no site: http://www.abub.org.br/


- Obrigado a todos que estiveram lá e agora carregam parte mim! Lá fiz amizades maravilhosas. Um grande abraço a todos. Continuem firmes na obra. O CF foi só o começo! Há muito que fazer para implantação plena do Reino de Deus. Continuem firmes!
- Obrigado a Larissa Pizetta (http://laripizetta.blogspot.com/), amiga escritora e poetisa, por corrigir e aconselhar-me, ajudando-me a dar o meu melhor nesse texto. Obrigado, Lérrice! Você foi um bálsamo para as minhas inquietações acerca desse texto.

Aprendizado

Não gosto de me sentir frágil. Não gosto que outras pessoas notem minha fragilidade.
Não gosto de me expor, mostrando minhas feridas. Apesar de, não raras vezes, não conseguir mantê-las discretas.

Todavia aprendi que...
Ser fraco é ser forte!
Admitir minha fragilidade é abrir a porta para mudanças e para a liberdade.
Não mais amarras.

Aprendi que...
Estar triste e chorar não me torna menor, mas sim humano.
E eu quero minha humanidade por completo!

Eu gosto de ajudar! Gosto de dar conselho! Gosto de ouvir, de ser o forte!

Porém aprendi que...
É muito bom compartilhar minhas lutas e medos com outros, despojando-me de minhas falsas máscaras de onipotência.
Ser totalmente sincero sobre minhas fragilidades com outros é perceber meus erros, mas não me conformar com eles; é poder enfrentá-los corajosamente, só que não mais sozinho.

Relacionar, cativar e ser cativado...
Deixar que levem parte de mim e concordar em carregar parte dos outros.

Crescer.
Caminhar.
Lado a lado com meus irmãos crescer e caminhar.

Saber.
Aceitar.
Saber que é na fraqueza do meu ser que Deus manifesta o Seu poder.
Aceitar que eu tenho esse tesouro em vasos de barro para que a excelência do poder seja de Deus e não minha.

Sou fraco. Pequeno.
Preciso de ajuda.
Não me envergonho de confessar isso.

Hosana!
(Salva agora, Senhor!)
Eu preciso.

*Foto de Edson Munck (http://www.munckjr.blogspot.com/)

.Por Ronni Anderson, durante o CF 2009 - ABU Centro-Oeste, no dia 25/07/09, enquanto ouvia as doces palavras do Rev. Elben César!

Silêncio Reflexivo

No silêncio eu percebo.
No silêncio eu recebo.

Percebo o que antes queria omitir, mas que agora quero tratar.
Recebo cura para as minhas inquietações.

Quando tudo o mais se cala,
Quando emudeço minha voz,
O meu interior grita, o meu coração persisti em não se calar.

Aos poucos, consigo, então, calar todas as outras vozes que insistem em querer me dominar.
Calo o meu coração!
Silencio a minha mente.

Nisso, ah, eu recebo!
... Recebo maior percepção da minha alma, seus pesares e anseios.
... Recebo clareza de espírito e certeza de caminho.

Porque no meu silêncio, deixo o meu ‘eu’ vazio, para ser completo pelo o que realmente importa:
JESUS!


Por Ronni Anderson, durante o CF 2009 – ABU Centro-Oeste, na fria noite de quinta-feira, dia 23/07/09.

...
Nota: Escrito numa noite difícil, cheia de dores, pesares, choros e sentimentos de solidão. Quando realmente necessitava silenciar minha mente para descansar no colo do Pai. Quando não via perspectivas, apesar de já tê-las encontrado. Aos poucos, fui trazendo a memória o que tinha vivido até ali, e o Consolador levou-me às cenas do silêncio, onde e quando sou totalmente preenchido e o medo e a solidão não existem mais. Apenas a solitude e a plenitude estão lá presentes.
...

*Foto de Edson Munck (http://www.munckjr.blogspot.com/)

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Imortais

Vivo intensamente. Ou, pelo menos, tento.
Meus amigos me ajudam a fazer isso.
São eles que me fazem rir, são eles que me tiram da solidão.
Eles são: Amandas, Cristianas, Julias, Crislaines, Carolines, Thiagos, Joãos, Filipes, Lucas', Edsons, Danielas, Tamires', Donnas, Diegos, Raonis, Guilhermes, Renatas, Angelas, Elisas, Isabéis, Gabrielas, Adrianas, Albertos, Larissas, Marias e Marias...
Muitos e muitos...
Perigoso citá-los diretamente, porque posso cometer o sacrilégio de esquecer de algum.
Mas o fato é que todos estão em minha memória e, mais, em meu coração.
Quando sorri, se não com eles, queria ter sorrido ao lado deles.
Quando chorei, se só, queria muito ter tido o abraço e a atenção deles.
Amigos, Amigos...
A epizeuxe me ajuda a expressar a minha alegria pelos que estão comigo e o meu pesar pelos que não estão comigo no mesmo espaço.
Não no mesmo espaço, porém em minha memória e coração!
[Já disse isso! Mas é bom reforçar!]

Eles fazem muito por mim.
E eu por eles?
Talvez não tanto quanto ou na medida que deveria para retribuir à altura.
Eu? Só posso ser egoísta e não querer que eles se afastem de mim.
Não queria que nenhum deles se fosse.
Queria jamais perdê-los.
Amo a todos.
Queria que fossem imortais.
Não queria viver ou prosseguir com o vazio da ausência de algum.
Queria ser imortal.
Queria que fôssemos imortais!
...Para que continuássemos vivendo bons e adoráveis momentos juntos!



/Uma homenagem aos mortais, mas permanentes alvos de meu afeto: amigos, de perto e de longe!
//Os nomes acima são ilustrativos, é muito grande a probabilidade de que pensei em você, caro-leitor-visitante-amigo, quando escrevi esses nomes. Sinta-se, então, homenageado! Todavia esses também são: Amaurys, Priscilas, Jorgianes, Saras, Mateus, Taianes, Patrícias, Milenas, Terezinhas, Leydianes, Lívias, Marlenes, Rafaels, Douglas', Paulas, Brunos, Andréias, Paulos, Sandras, Rodolfos, Lorenas, Armindas, Suelis, Luízas, Laízas, Charles' e infinitos outros que posso pensar, os quais compõem, compuseram e, quem sabe, comporão a história da minha vida.
///A você que um dia se aproximou e não desistiu de mim (permaneceu!): Meu Obrigado, Atenção, Sorriso! Aos que não, um Bem-Vindo! cabe muito bem! Espero você nas esquinas da vida para chorarmos e rirmos e vivermos e convivermos!

sábado, 13 de junho de 2009

Carta-Poema


.

Tu sabes, oh Deus...
Tu vales tanto para mim!
Jamais quererei me afastar de Ti...

É grande, inexplicável Teu amor por mim...
Às vezes, sinto-me longe de Ti,
Mas, oh Pai, eu sei que mesmo que queira me afastar,
Permaneces fiel...
Disposto a me abraçar!

E eu aceito esse abraço!
Desejo nele me perder, para me achar em Ti.
Perdoa, se algum dia, eu o recusei.

Mas eu Te quero tanto...
Teu infinito me completa...
Teu colo e mão me amparam!
Jamais quero me afastar de Ti...
Não! Não mais!
Se algum dia eu o quis foi porque, Senhor, não entendia...

Não entendia, não percebia...
Mas hoje entendo que Tu me amaste muito e muito...
Percebo Teu amor...

E digo sim, quantas vezes forem necessárias...
Sim, Senhor, eu aceito ser amado e abraçado por Ti!

Eu me esvazio, Senhor!
Para ser cheio, preenchido por Ti.

.
.
.

/Agradeço a Anja pelo apoio... Esmeralda! E por me ajudar a cair em mim e a destilar nesse texto meu mais puro amor!

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Eu me esvazio, Senhor!

Tenho a sensação de que tudo o que poderia dizer ou escrever já foi melhor escrito ou dito por alguém.
Assim, vejo-me de mãos atadas.
O que dizer?
O que escrever?
(Para aonde irei?)

É certo que, se não posso dizer, eu consigo gritar!
E que se não posso escrever, posso desenhar!
Mas volto ao dilema anterior, porque muitos podem gritar ou desenhar com melhor maestria do que eu.
E isso também é certo!

Sinto-me, então, sufocado!
(Para onde me ausentarei?)

Poderia conversar com alguém e com essa pessoa desabafar todos os meus pesares.
[E mesmo assim não estaria sendo original, pois com 100% de chance omitiria detalhes importantes e não mostraria meu real "eu"]
(Só Tu tens as Palavras de Vida Eterna)

"Quando não posso sentir...
Quando minhas feridas não se curam...
Lord, I humbly kneel (Senhor, eu humildemente me ajoelho)
Escondido em Ti
Senhor, Tu és minha vida..." [Dennis Jernigan]


...Porque Dennis disse o que eu gostaria de dizer, ou melhor - mais belo - ele cantou!

"Ah, se eu pudesse me sentar e conversar contigo, Senhor!
Sem máscaras eu conversaria.
E não seria mais tocado por inconstâncias.
Senhor, eu preciso de Ti, agora!
Mais do que eu sei como.

Ah, se eu pudesse me sentar contigo, agora.
Se Tu pudesses me segurar em Teu colo.
Nada poderia me tocar
Embora eu esteja ferido. (...)

Ah, se eu pudesse...
Momento a momento até a eternidade chegar!"


/// [Trecho da música: " If I could just sit with You awhile" do cantor Dennis Jernigan ampliada e traduzida por mim]
// [Texto meu, complementado por essa bela música, apesar de achar que nem o texto é meu!]
/[Por fim, sem ressentimentos, Dennis. Só posso, ah! isso eu posso, dizer: _Obrigado!]

.
.
.

(If I could just sit with You awhile
...Moment by moment, ‘til forever passes by)


sexta-feira, 20 de março de 2009

Wer Bin Ich? Quem Sou Eu?

Um poema de Dietrich Bonhoeffer que há poucos dias ouvi e agora compartilho... Espero que tenham emoções semelhantes as de quando eu o ouvi pela primeira vez.


Quem sou eu? Freqüentemente me dizem
Que saí da confinação da minha cela
De modo calmo, alegre, firme,
Como um cavalheiro da sua mansão.

Quem sou eu? Freqüentemente me dizem
Que falava com meus guardas
De modo livre, amistoso e claro
Como se fossem meus para comandar.
Quem sou eu? Dizem-me também
Que suportei os dias de infortúnio
De modo calmo, sorridente e alegre
Como quem está acostumado a vencer.

Sou, então, realmente tudo aquilo que os outros me dizem?
Ou sou apenas aquilo que sei acerca de mim mesmo?
Inquieto e saudoso e doente, como ave na gaiola,
Lutando pelo fôlego, como se houvesse mãos apertando minha garganta,
Ansiando por cores, por flores, pelas vozes das aves,
Sedento por palavras de bondade, de boa vizinhança
Conturbado na expectativa de grandes eventos,
Tremendo, impotente, por amigos a uma distância infinita,
Cansado e vazio ao orar, ao pensar, ao agir,
Desmaiando, e pronto para dizer adeus a tudo isto?

Quem sou eu? Este, ou o outro?
Sou uma pessoa hoje, e outra amanhã?
Sou as duas ao mesmo tempo? Um hipócrita diante dos outros,
E diante de mim, um fraco, desprezivelmente angustiado?
Ou há alguma coisa ainda em mim como exército derrotado,
Fugindo em debanda da vitória já alcançada?

Quem sou eu? Estas minhas perguntas zombam de mim na solidão.
Seja quem for eu, Tu sabes, ó Deus, que sou Teu!

.
.
.


Dietrich Bonhoeffer foi um grande teólogo protestante alemão, considerado um dos mais relevantes do século XX. Perseguido e aprisionado pelo nazismo, foi enviado a um campo de concentração, onde foi executado, já em fins da Segunda Guerra.

Perguntas!


Quem é esse que me oferece nova chance?
Quem é esse que me vê sem restrições?
Quem é esse que me aceita como eu sou?
Quem é esse que faz o feio tornar-se belo?
Quem é esse que é meu amigo mais que íntimo?
Quem é esse que está comigo em todo tempo?
Quem é esse que na minha solidão me completa?
Quem é esse que não pode negar-se a si mesmo e permanece fiel?
Quem é esse que torna a sabedoria dos sábios loucura?
Quem é esse que se torna fraco sendo forte?
Quem é esse que se torna pobre sendo rico?
Quem é esse que me causa desespero para estar com Ele?
Quem é esse que desejo tanto que outros conheçam?
Quem é esse que desejo estar junto para sempre?
Quem é esse que amo tanto?

A esse eu louvo! A esse bendigo! Com esse exulto!

Do (subjetivo e, por vezes, confuso) quarto 6

Cheguei há, exatamente, duas semanas e três dias, contando apenas até a data presente da escrita desse texto!

Os dias por aqui parecem meses. Meses de aprendizado e crescimento. Não poucos já devem ter dito isso, mas para mim soa tão íntimo que ouço usar essas palavras de maneira tal que quando as pronuncio elas ficam ecoando em minha mente e coração por alguns minutos a mais após tê-las falado e, o outro, ouvido. Para o próximo elas já passaram, porém para mim elas ainda se fazem presentes, mesmo já tendo mudado de assunto.


Meses, meses, meses...

Aprendizado, aprendizado, aprendizado...

Crescimento, crescimento, crescimento...

Tempo, tempo, tempo...


Vivo-as! E ordená-las talvez seja difícil, porque todas se passam juntas, entrelaçadas, no mesmo trem da plenitude 'incompleta'.


Marcas em mim têm se formado desse tempo grande, mas, em comparação com outros, tão pequeno.

Tantas amizades e acolhimento recebi que mal os posso segurar. São maiores, assim como o tempo. Amizades de infância construídas em um só olhar, aperto de mão, um abraço ou, ainda, em uma só palavra!

A saudade é suportada, o choro é segurado por causa desses que empregam um pouco do seu olhar, aperto de mão, abraço ou palavra para trazer em mim descanso e segurança.


A vida segue seu curso, mas também revela agradáveis surpresas.

Guardei o que me disseram antes de minha chegada: Sê forte e corajoso! Não Temas!

Descobri que não preciso temer... (PAUSA)

Todavia, foi na prática que eu encontrei a coragem!

Fui ou vim. Cheguei. Sobrevivi ao primeiro impacto da solidão, ao segundo, ao terceiro... Nas mínimas coisas, passo após passo, tarefa após tarefa, lágrima após lágrima.


Apoios que jamais esquecerei me ajudaram nesse começo de minha nova jornada. A cada gesto, mesmo que mínimo, eu sou grato. Uma mensagem de celular, um olhar amigável, uma mão estendida, uma palavra de boas-vindas, um comunicado de algum evento, um sorriso...

A alguns ainda agradecerei quem sabe aqui, onde agora resido, em meu quarto número 6, do prédio número 30.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Onde tudo é tão especial!



Por aqui a chuva cai em pingos incertos e finos, digamos assim... Quase um chuvisco! Olhei, deitado na cama, por entre a tela da minha janela em meu quarto, e ela parecia dançar... Passa um, passa outro... Parecia dançar, ah, isso sim! Linda dança, por sinal. Mas acho que ela teve o efeito de assomar em mim um sentimento de incertezas e saudosismo que há alguns dias já vem crescendo dentro, aqui, em meu peito!

Esses dias, lia em meu quarto e enquanto corria os olhos, diga-se, atentamente, por um livro do Lewis (ah, querido!), ouvia barulhos de crianças correndo e brincando, também gritando, do lado de fora de minha casa, na rua... Ah, mas a saudade falou fundo em meu ser. Quando era eu que corria ali... Tantas vezes fiz isso... O coração aperta, fica miudinho! As mudanças fazem isso comigo.
Olha, a chuva aumentou! O dia se prepara para levar aquela classificação de dia-bom-para-domir e eu ainda acrescento, dia-bom-para-dormir-e-ler. Mas, talvez eu fuja do ler... Esse verbo tem me trazido muitas lembranças. Conversas não faladas, mas muito bem sentidas no MSN. Recados marotos no orkut! Uma diversão. Amigos, amigos, com quem posso compartilhar o que leio. Sei que eles continuarão dispostos a me ouvir, porém a distância tem se acumulado em mim... Quilômetros e quilômetros crescem dentro em mim.

Desculpe, se estou sendo muito subjetivo. Preciso disso.

Outra cidade, outros ares, novas coisas e, quem sabe, novos amigos.
Bem, é certo que não me esquecerei desses que tenho nesses quilômetros ainda pertos... Sei que posso correr e me encontrar com eles, porque ainda estão pertos o suficiente... Pertos de mim... Ah, a distância... As conversas escritas continuarão a mesma coisa? Porque posso ler algo e por aqui mesmo sair correndo para me encontrar com o falante... (...risos!)
Apesar de que agora me recordo que minhas conversas com alguns amigos longínquos que, por esses dias, digamos, eu arranjei, têm transcorrido tão alegres e acolhedoras, que é provável que com os daqui-mesmo ocorram dessa maneira também... Assim, eu espero! Senão o longe transformar-se-á, em quase, inalcançável e é bem provável que caia no choro, já na primeira conversa pós-viagem... E não poderei sair correndo para os encontrar!

Nem meu quarto, nem minha janela, nem minha cama, nem meu livro, nem meus pais, nem meus irmãos e nem meus amigos!

O que me conforta é que eles permanecerão em minha memória e bem vivos em mim, cada um ao seu modo... Tudo o que vivemos juntos, lembrar-me-ei com prazer! E, quem sabe, um dia, ainda não revivamos — em nossas conversas pessoais, nada de mensagens instantâneas — tudo de novo!
A chuva começou fina, dançando; engrossou, e já parou... Quase o tempo de escrever esse desabafo!
Agora, o Sol (lindo!) já começa a querer me iluminar novamente, por aqui!
(Onde tudo é tão especial para mim!)


Ronni Anderson G. da Silva (16/02/2009)

sábado, 24 de janeiro de 2009

A (minha) Escrita!

Escrevo porque gosto de escrever.
Escrevo porque preciso... (PAUSA)
... Preciso anunciar o que antes, por timidez ou precaução, calei e ninguém mais soube.

Escrevo para ajudar e para me ajudar,
Dar força e receber força...
Escrevo para ser livre e, ao mesmo tempo, estar preso as minhas memórias contidas nesses escritos.

Escrevo, sim:
Pois me sinto forte e poderoso ao fazer isso.
Sinto-me tão fraco e tão pequeno, que necessito de derramar
[minhas lágrimas em forma de palavras.
Pois desejo o mundo e as nações, as riquezas e a glória...
Mas acabo por me resignar e perceber que nada é para sempre e tudo é transitório,
[inclusive a glória humana.

Escrevo:
Porque quero transmitir algo da minha alma aos meus amigos e conhecidos...
Algo que nas conversas do cotidiano não posso ou não consigo transmitir.
Porque quero despertar, convocar, chamar...
Avisar, sussurrar, cumprimentar...
Rir, sorrir, divertir!

Escrevo:
Porque a PALAVRA salta de meus dedos, quase com vida própria.
Ela quer ir além: tocar corações, centros de emoções, que, muitas vezes, são intocáveis no natural...
Porque escrever tem ação, nomeação e adjetivação em quantidade suficiente para destruir, mas também para amar.

Finalmente, eu escrevo, porque me comprometo a dizer, mesmo que não seja ouvido...
... a tocar, mesmo que o contato me seja negado...
... e a lutar o bom combate com responsabilidade, bondade e amor, lançando mão dessa maravilhosa ferramenta: a Escrita!

Por Ronni Anderson G. da Silva (17/10/2008)

O Amor...


O Amor é paciente, é bom. Ele não é invejoso, não se vangloria, não é orgulhoso. Não é rude e nem busca o bem próprio. Ele não se enraivece, facilmente, e nem acumula listas de erros. O Amor não tem prazer no mal, mas se regozija com a verdade!
(Tradução livre: 1 Coríntios 13. 4-6)

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Porque é bom meditar na Palavra...

Tu, ó Senhor, dás paz e prosperidade
às pessoas que têm uma fé firme,
às pessoas que confiam em Ti.
Isaías 26.3; NTLH

Eu estou concentrando as minhas energias
unicamente nisso: esquecer o que já passou
e avançar para o que está à minha frente.
Filipenses 3.13; NLT
Aqueles de nós que almejam tudo o que Deus
tem para nós fiquem concentrados nesse alvo.
Filipenses 3.15; MSG